História da Educação Especial
Texto: Educação Especial – Fundamentos
O modo de percebermos a nós mesmos como humanos, em nossas especificidades, diversidades e igualdade decorre dos contextos sociais e culturais nos quais estamos inseridos, ou seja, depende do espaço/tempo em que vivemos. Da mesma forma, as concepções sobre as pessoas com deficiência (e aqui podemos pensar na própria denominação) e a relação que se estabelece com elas é fruto das estruturas sócio-culturais. Assim, ao longo da história da humanidade podemos perceber diferentes modos de conceber e estabelecer relações com os sujeitos deficientes. Como citamos a seguir:
Mundo primitivo – deficientes vistos como sujeitos incapacitados, apesar de estarem associados a forças misteriosas, que precisavam ser eliminados e exterminados devido ao tipo de organização social (comunitária).
Antiguidade – relação dual entre o abandono, eliminação ou sacrifício e a veneração, através de uma explicação mitológica. Também dual era o tratamento de deficientes de famílias pobres (segregação) ou de famílias com acesso ao poder (escondidas).
Idade Média – o deficiente é visto dotado de alma, é uma criatura de Deus, devido a doutrina e aos dogmas cristãos, assim, passa a ser percebido como alguém a quem se deve ter compaixão, tolerância e caridade, apesar de também servir como objeto de diversão.
Idade Moderna – com o advento da ciência e primazia do conhecimento racional, o deficiente passa a ser visto como objeto de estudo, entretanto, a segregação passa a ser realizada nos hospitais, hospícios, asilos.
A partir do desenvolvimento da ciência várias teorias surgiram para explicar o homem e a sociedade que influenciaram as concepções sobre o deficiente, como: o darwinismo, o liberalismo, o marxismo. Assim, podemos perceber três paradigmas orientadores da Educação Especial ao longo da história e no Brasil, a saber: o paradigma segregacionista (exclusão); o paradigma integracionista (integração); e, o paradigma da inclusão (sociedade e Educação para Todos).
terça-feira, 30 de março de 2010
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Referente a questão discutida em aula, com tudo o que já nos foi proporcionado observar e conhecer, acredito ser de fundamental importância o acesso aos equipamentos e materiais de auxílio a aprendizagem de pessoas com deficiência e que não permita a aprendizagem convencional, mas observo que a pouco tempo está se dando o valor necessário, há pouca informação disponível a respeito desses recursos e de como as escolas podem adquirí-los. Como futura professora creio ser necessário a "apresentação" desses materiais a todos os professores da rede de ensino independente de haver ou não alunos matriculados com alguma deficiência.
ResponderExcluirToda criança deficiente tem o direito de ir para a escola regular e receber o ensino regular, mas no contraturno deve receber um ensino especializado ( Atendimento Educacional Especial), o que lhe dará condições de igual desenvolvimento e autonomia tanto dentro quanto fora da escola.
ResponderExcluirCarine
Com o passar dos anos acompanhamos mudanças positivas que favorecem o convívio das pessoas que apresentam alguma deficiência. Sabemos também, que há muito que fazer, mas como futuros educadores é importante que nos mantemos informados para saber como conduzir cada situação.
ResponderExcluirFabiane Pavin.
NO meu ponto de vista academica acho que toda a criança que apresenta uma deficiencia tem o direito de conviver com outars crianças não pode ser escluda de ir para uma sala de aula regular
ResponderExcluirAcredito que evoluímos muito em ralação a esse assunto, sabemos muito bem das coisas que devem ser feitas, mas sem a ajuda do governo isso não será possível, apesar de muitas providencias já tomadas, ainda se tem muito a fazer para oferecer uma vida digna a todos.
ResponderExcluirToda criança deve ter os mesmos direitos de estudo e apredizagem. Como futuros professores devemos estar atentos para o cumprimentos das leis, inclusão e atendimentos especializados dentro das escolas, para que se possa atender melhor as crianças com necessidades diferenciadas.
ResponderExcluirUma criança com deficiência tem direitos iguais as outras. Para isso existem leis que deveriam ser cumpridas.
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