A partir das discussões em aula sobre o processo de inclusão, tendo como motivação o clipe do Filme ( MEU NOME É RÁDIO. Michael Tollin, Columbia, 109m., Eua, 2003) , registre sua considerações acerca da temática abordada.
* Esta postagem e todas as demais deverão ser finalizadas até dia 08/06.
terça-feira, 1 de junho de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Tecnologias Assistivas
Em nosso meio acadêmico, vagas foram disponibilizadas para alunos com deficiência, porém como vemos diariamente, os recursos são mínimos para atendê-los.
Segundo sua visão, como você analisa o tripé “sala de aula-aluno-recursos”. Estamos aptos a responder positivamente a esse tripé ou estamos longe da excelência nessas aprendizagens?
Segundo sua visão, como você analisa o tripé “sala de aula-aluno-recursos”. Estamos aptos a responder positivamente a esse tripé ou estamos longe da excelência nessas aprendizagens?
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Altas Habilidades/ Superdotação
Fala-se muito sobre os desperdícios dos recursos naturais do país. Mas raramente vemos preocupação com o desperdício de nossos recursos humanos. São essas crianças que, se bem desenvolvidas, vão um dia fazer as transformações de que o mundo necessita, em todas as áreas. O Brasil, que tem enorme população carente, deveria cuidar disso ainda mais, pois os talentos que não são usados para o bem podem ser usados para o mal. Como um menino de baixa renda chega ao topo de uma organização multinacional sem ter pós-graduação em administração de empresas ou mesmo curso universitário? Fernandinho Beira-Mar é esse menino. Quantos outros superdotados serão absorvidos pelo crime organizado enquanto as escolas cruzam os braços e se recusam a reconhecer seus talentos? Quantos talentos ainda serão desperdiçados?
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Deficiência Visual
No seu ponto de vista, a respeito da formação do curso de Artes Visuais da UFSM, os futuros educadores estão aptos a receber em sua classe, após formados, um aluno com Deficiência Visual? Justifique.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Deficiência Fisíca
Escreva sua contribuição a respeito do tema deficiência fisíca, relacionando o que foi discutido em aula com os textos e vídeos que foram propostos.
domingo, 18 de abril de 2010
Surdez
Escreva sua contribuição e comente a de seus colegas acerca da temática Surdez, conforme discussões realizadas em sala de aula.
O menino selvagem - O Filme
O filme “ O menino selvagem” conta a história de um menino de aproximadamente 12 anos que foi encontrado na Floresta de Aveyron, na França, em 1798. Tendo como base os estudos já realizados, qual a relação que você estabelece entre o filme e o processo de inclusão escolar?
terça-feira, 6 de abril de 2010
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO
O Atendimento Educacional Especializado é uma forma de complementar a aprendizagem dos alunos com necessidades educacionais especiais. A partir da leitura do texto, da discussão em aula e do vídeo apresentado, faça um comentário, posicionando-se, como futuro professor, frente a essa questão?
terça-feira, 30 de março de 2010
23 de março - Legislação e documentos de cunho mundial
Leis e Documentos da Educação Especial
A inclusão de alunos com Necessidades Educativas Especiais às escolas, esta garantida por varias medidas Legislativa. Tais medidas como a Constituição Federal (1988), Declaração de Salamanca (1994), Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBN), entre outras; elas estabelecem o Direito à educação em rede regular de ensino aos Portadores de Necessidades Educativas Especiais, fazendo com que possam desenvolver suas habilidades em todos os tipos de atividades.
Mesmo que a legislação tenha assegurado uma conquista para a vida social destas pessoas, a questão é mais abrangente. A rede de ensino regular necessita de qualificação profissional e estrutura física voltada para atender as dificuldades dessa demanda, garantindo uma educação de qualidade. O importante é que se busque na escola a proposta de integração dos estudantes, para que a participação possibilite uma melhoria em sua aprendizagem e a valorização desse ser humano como ser social.
Portanto é de grande importância à contextualização dos Portadores de Necessidade Educacionais Especiais, com isto observa-se melhor onde estão amparados e inseridos, pois o objetivo destas Leis, é visar à integração social, ou seja, todas devem aprender juntas, independente de dificuldades e diferenças, só assim será promovida o fim da discriminação, pois “Todos os seres Humanos nascem livres e iguais, em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir um para com os outros em espírito de fraternidade”. (Artigo 1º - Declaração Universal dos direitos Humanos).
Pergunta Problemática:
Até que ponto você acha que estas Leis e Documentos estão sendo cumpridos? Será que a teoria e a prática estão caminhando juntas?
A inclusão de alunos com Necessidades Educativas Especiais às escolas, esta garantida por varias medidas Legislativa. Tais medidas como a Constituição Federal (1988), Declaração de Salamanca (1994), Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBN), entre outras; elas estabelecem o Direito à educação em rede regular de ensino aos Portadores de Necessidades Educativas Especiais, fazendo com que possam desenvolver suas habilidades em todos os tipos de atividades.
Mesmo que a legislação tenha assegurado uma conquista para a vida social destas pessoas, a questão é mais abrangente. A rede de ensino regular necessita de qualificação profissional e estrutura física voltada para atender as dificuldades dessa demanda, garantindo uma educação de qualidade. O importante é que se busque na escola a proposta de integração dos estudantes, para que a participação possibilite uma melhoria em sua aprendizagem e a valorização desse ser humano como ser social.
Portanto é de grande importância à contextualização dos Portadores de Necessidade Educacionais Especiais, com isto observa-se melhor onde estão amparados e inseridos, pois o objetivo destas Leis, é visar à integração social, ou seja, todas devem aprender juntas, independente de dificuldades e diferenças, só assim será promovida o fim da discriminação, pois “Todos os seres Humanos nascem livres e iguais, em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir um para com os outros em espírito de fraternidade”. (Artigo 1º - Declaração Universal dos direitos Humanos).
Pergunta Problemática:
Até que ponto você acha que estas Leis e Documentos estão sendo cumpridos? Será que a teoria e a prática estão caminhando juntas?
16 de março - História da Educação Especial
História da Educação Especial
Texto: Educação Especial – Fundamentos
O modo de percebermos a nós mesmos como humanos, em nossas especificidades, diversidades e igualdade decorre dos contextos sociais e culturais nos quais estamos inseridos, ou seja, depende do espaço/tempo em que vivemos. Da mesma forma, as concepções sobre as pessoas com deficiência (e aqui podemos pensar na própria denominação) e a relação que se estabelece com elas é fruto das estruturas sócio-culturais. Assim, ao longo da história da humanidade podemos perceber diferentes modos de conceber e estabelecer relações com os sujeitos deficientes. Como citamos a seguir:
Mundo primitivo – deficientes vistos como sujeitos incapacitados, apesar de estarem associados a forças misteriosas, que precisavam ser eliminados e exterminados devido ao tipo de organização social (comunitária).
Antiguidade – relação dual entre o abandono, eliminação ou sacrifício e a veneração, através de uma explicação mitológica. Também dual era o tratamento de deficientes de famílias pobres (segregação) ou de famílias com acesso ao poder (escondidas).
Idade Média – o deficiente é visto dotado de alma, é uma criatura de Deus, devido a doutrina e aos dogmas cristãos, assim, passa a ser percebido como alguém a quem se deve ter compaixão, tolerância e caridade, apesar de também servir como objeto de diversão.
Idade Moderna – com o advento da ciência e primazia do conhecimento racional, o deficiente passa a ser visto como objeto de estudo, entretanto, a segregação passa a ser realizada nos hospitais, hospícios, asilos.
A partir do desenvolvimento da ciência várias teorias surgiram para explicar o homem e a sociedade que influenciaram as concepções sobre o deficiente, como: o darwinismo, o liberalismo, o marxismo. Assim, podemos perceber três paradigmas orientadores da Educação Especial ao longo da história e no Brasil, a saber: o paradigma segregacionista (exclusão); o paradigma integracionista (integração); e, o paradigma da inclusão (sociedade e Educação para Todos).
Texto: Educação Especial – Fundamentos
O modo de percebermos a nós mesmos como humanos, em nossas especificidades, diversidades e igualdade decorre dos contextos sociais e culturais nos quais estamos inseridos, ou seja, depende do espaço/tempo em que vivemos. Da mesma forma, as concepções sobre as pessoas com deficiência (e aqui podemos pensar na própria denominação) e a relação que se estabelece com elas é fruto das estruturas sócio-culturais. Assim, ao longo da história da humanidade podemos perceber diferentes modos de conceber e estabelecer relações com os sujeitos deficientes. Como citamos a seguir:
Mundo primitivo – deficientes vistos como sujeitos incapacitados, apesar de estarem associados a forças misteriosas, que precisavam ser eliminados e exterminados devido ao tipo de organização social (comunitária).
Antiguidade – relação dual entre o abandono, eliminação ou sacrifício e a veneração, através de uma explicação mitológica. Também dual era o tratamento de deficientes de famílias pobres (segregação) ou de famílias com acesso ao poder (escondidas).
Idade Média – o deficiente é visto dotado de alma, é uma criatura de Deus, devido a doutrina e aos dogmas cristãos, assim, passa a ser percebido como alguém a quem se deve ter compaixão, tolerância e caridade, apesar de também servir como objeto de diversão.
Idade Moderna – com o advento da ciência e primazia do conhecimento racional, o deficiente passa a ser visto como objeto de estudo, entretanto, a segregação passa a ser realizada nos hospitais, hospícios, asilos.
A partir do desenvolvimento da ciência várias teorias surgiram para explicar o homem e a sociedade que influenciaram as concepções sobre o deficiente, como: o darwinismo, o liberalismo, o marxismo. Assim, podemos perceber três paradigmas orientadores da Educação Especial ao longo da história e no Brasil, a saber: o paradigma segregacionista (exclusão); o paradigma integracionista (integração); e, o paradigma da inclusão (sociedade e Educação para Todos).
terça-feira, 23 de março de 2010
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